AER376 - A VIDA DE FRANCISCO ALVES Nº 1 - Restaurado
Nesta matriz tomamos conhecimento com o nascimento do cantor e seus primeiros passos na vida, suas primeiras experiências, suas primeiras amizades, seus primeiros amores. São executados os seguintes números musicais: A voz do violão (canção tema), Nancy, Meu sonho de criança, Uma porta e uma janela e Ilha de Capri.
AER377 - A VIDA DE FRANCISCO ALVES Nº 2 - Restaurado
Nesta matriz ficamos sabendo como foi seu primeiro encontro com Sinhô, e sua primeira gravação na Popular. O capitulo nos fala da morte do pai e o seu conhecimento com José Segreto que o levou para o Teatro São José onde veio, mais tarde, a substituir Vicente Celestino. Aqui aparece, também, a briga de Chico com o empresário José Segreto e os seus motivos. Chico levou até tiros de José Segredo que apesar de grande empresário era péssimo atirador. Também está nesta matriz o incidente havido com a atriz Aracy Cortes e o bonito gesto da cantora em favor do cantor. Nesta matriz nos é contado como ocorreu seu desastrado casamento com Perpetua e o posterior relacionamento de Francisco Alves com Celia Zenatti com quem viveu praticamente toda a sua vida até o aparecimento de Iracy. Nesta matriz poderão ser ouvidas as seguintes músicas: Ora vejam só, Madrugada, A mulher que ficou na taça, Fracasso, Ontem ao luar (Vicente Celestino), Triste despertar e Boa noite amor.
AER378 - A VIDA DE FRANCISCO ALVES Nº 3 - Restaurado
Esta matriz começa falando nos primeiros dias de sua união com Celia Zenatti, e o papel que ela representou em sua vida. A revista Secos e Molhados. Chico banca Cirano de Bergerac e tem de fugir as carreiras debaixo de tiroteio do marido ciumento. Chico substitui Arthur Castro. Viagem a Porto Alegre onde Chico acabou brigando com a companhia e teve de voltar por conta própria na terceira classe de um navio. Ali foi reconhecido pelo capitão que o levou para a primeira classe onde Chico teve a oportunidade de brindar os passageiros com soberbas interpretações. Na volta conhece Freire Junior. Vai para a Rádio Mayrink Veiga. Da Mayrink vai para a Rádio Sociedade com Roquete Pinto. Conhece Noel Rosa. Nasce A voz do violão cujos versos foram entregues a Francisco Alves por Jardel Jercolis. Novamente Noel Rosa e alguns casos havidos entre eles. Nesta matriz poderão ser ouvidas as seguintes músicas: Canção do meu amor, Barcarola, O Cigano, Casino Maxixe, A voz do violão, Gago apaixonado (Noel Rosa) e Século do progresso (Aracy de Almeida).
AER379 - A VIDA DE FRANCISCO ALVES Nº 4 - Restaurado
Ainda Noel Rosa. Nova viagem a Porto Alegre, desta feita com Noel, Nonô e Mário Reis. A história da música "Vitoria" que Chico gravou com Sílvio Caldas sabendo que os versos da música lhe eram dirigidos mas que ele jamais deu importância por conhecer bem Noel Rosa. Viagem a Buenos Aires. Encontro com Ary Barroso. Programa Francisco Alves na Rádio Cajuti. Os artistas que Chico lançou. A briga com a Cajuti e a ida para a Rádio Transmissora. Os boatos sobre sua morte. A peça "Da Favela ao Catete" para desmentir boatos. Neste trecho poderão ser ouvidas as seguintes melodias: Pra esquecer, Victoria (com Sílvio Caldas), El dia que me quieras (Carlos Gardel), Meu Buenos Aires querido, Dá nela, Foi ela, São Paulo coração do Brasil e Serra da Boa Esperança.
AER380 - A VIDA DE FRANCISCO ALVES Nº 5 - Restaurado
Nova viagem a Porto Alegre onde atua na Rádio Farroupilha e no Cine Imperial. Na volta tem problemas com a direção da Mayrink Veiga. Nova viagem a Buenos Aires onde é saudado efusivamente por Paulo de Magalhães. Ataques na imprensa. O caso da Propalan. Rompimento com a Mayrink e ida para a Victor onde lança novas canções com Orestes Barbosa. Toma parte no primeiro filme: Alô, Alô, Brasil. Novas notícias de sua morte, desta vez em desastre de automóvel, em Botafogo. Terceira excursão a Buenos Aires onde canta na Rádio El Mundo. Fazem parte da excursão Benedito Lacerda e Alzirinha Camargo. Vem o segundo filme: Alô, Alô, Carnaval. A história da mulher mascarada. As músicas apresentadas neste trecho são: Vai meu samba, Vidas mal traçadas, Pampa mia, Minha terra e Misterioso amor.
AER381 - A VIDA DE FRANCISCO ALVES Nº 6 - Restaurado
Chico volta ao local onde deixou a mulher mascarada e encontra uma casa abandonada mas... acha a máscara jogada no jardim. A história da primeira auto-biografia "Minha vida... minha vida" . O caso da "Apaixonada das Alterosas". A segunda guerra mundial. A volta a Odeon. A gravação de Aquarela do Brasil. Mais Ary Barroso. Mais filmes: Berlim na batucada e Caídos do céu. Briga com torcedores no jogo Flamengo e Vasco. Outro filme: Samba em Berlim. Imagem de pão-duro. Vai para a Rádio Nacional. Suas aventuras do Hipódromo da Gávea. Chico turfista. Surge o Pangaré de Haroldo Barbosa especialmente para defender Chico de acusações infundadas como proprietário de cavalo. São executadas as seguintes músicas ao longo deste capítulo: Eu sonhei que tu estavas tão linda, Velhas cartas de amor, Aquarela do Brasil, Maria Elena, Nervos de aço e Malandrinha.
AER382 - A VIDA DE FRANCISCO ALVES Nº 7 - Restaurado
A Copa de 50. A reeleição de Getúlio. O último grande sucesso de carnaval. O programa do meio dia na Rádio Nacional. Depoimento de Lucia Helena. Chico conhece João Dias em São Paulo e apóia o cantor. Surge Iracy. Vem a ação de paternidade que Chico vence em primeira instância mas morre sem saber o resultado final. A festa no Largo da Concórdia. A volta ao Rio e o desastre na Estrada Rio-São Paulo. O velório, o enterro e os lenços brancos. Aqui foram executadas as seguintes músicas: Retrato do velho, Confete, A voz do violão, Cadeira vazia, Feliz ano novo (João Dias), Falando a verdade, Esses moços, Canção da criança, Caminhemos, Adeus... (Cinco letras que choram), O Silêncio do cantor (Sílvio Caldas) e Boa noite, amor.
AER383 - A VIDA DE FRANCISCO ALVES Nº 8 - Restaurado
A missa de sétimo dia, realizada na Candelária, no dia 4 de outubro de 1952 por Frei Luiz Varanda. Celso Guimarães transmite a missa solene que contou com a Orquestra de Cordas do Teatro Municipal e o seu Grande Coral e foi cercada de toda a pompa. Na realidade foram realizadas 3 missas simultaneamente. Uma no altar mór e outras duas em dois altares laterais. A igreja estava lotada, inclusive com autoridades, numa demonstração do imenso prestígio do cantor. Ao fim da missa usaram da palavra, enaltecendo o morto, Monsenhor Henrique Magalhães e o Padre Caetano de Vasconcelos Junior responsável pela encomenda do corpo do cantor no Cemitério São João Batista. Em seguida, trechos de dois programas de homenagem póstuma ao cantor. Num deles Paulo Gracindo comunica o batismo do Auditório da Rádio Nacional com o nome de Auditório Francisco Alves e no outro uma das sobrinhas de Chico, da Casa de Lázaros, leu um poema de autoria do senador Ezequias da Rocha intitulado A canção das sobrinhas de tio Chico. Muito emocionante e muito comovente. São documentos para a posteridade, agora resgatados.