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Francisco Alves
LEILÕES - INÉDITO 35 ANOS DEPOIS - VOLUME II



Inédito 35 anos depois - duplo I

Inédito 35 anos depois - duplo II

Você lembra quando lançamos nos anos 80 os 3 álbuns duplos de Francisco Alves com interpretações radiofônicas muitas inéditas em disco? Pois bem, os LP's se esgotaram. Estamos disponibilizando o pacote restaurado no formato CD MP3. Este pacote não poderá ser desmembrado e será comercializado ao preço de R$ 100,00 + envio. Exclusividade Collector's. Clique nas capas ao lado e veja o repertório comentado do pacote.

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ATENÇÃO ! Se você não conhece o formato de áudio MP3 solicite mais explicações antes de pedir. Este formato não toca em qualquer CD player. Somente em drivers de CD's em computadores, HD's, alguns DVD Players e CD players MP3 para carros. Valores não serão devolvidos por desconhecimento sobre os arquivos MP3.

Ao soar o carrilhão... - duplo I

Ao soar o carrilhão... - duplo II

E suas composições - duplo I

E suas composições - duplo II

REPERTÓRIO COMENTADO DO VOLUME II

BEGIN THE BEGINE - Cole Porter - versão de Haroldo Barbosa
Cinco compositores ocupam lugar especial na música norte-americana: George Gershwin, Jerome Kern, Richard Rodgers, Irving Berlin (completou 100 anos em 1988) e Cole Porter, autor da presente música. Este clássico do repertório internacional, escrito em 1935, era a canção preferida de Porter que, segundo consta, muito elogiou a gravação da versão brasileira por Orlando Silva - e por certo também elogiaria a de Francisco Alves, aqui mostrada. Cole Porter começou a compor ainda criança, tendo sua primeira valsa (The bobolink waltz) editada aos nove anos de idade.
Interpretação inédita.

VIENI SUL MAR - Autor desconhecido - versão de Haroldo Barbosa)
Peça do folclore veneziano, Vieni sul mar recebeu no começo do século uma letra de Eduardo das Neves, que homenageava o encouraçado Minas Gerais. A partir daí a canção popularizou-se, sendo até hoje cantada como uma espécie de hino, não ao navio, mas ao estado mineiro. Neves, porém, não foi o primeiro a aproveitar a melodia, pois já em 1883 ela havia sido usada - nota por nota - pelo americano William J. Scanlan na canção My Nellie blue eyes... Nada tendo com os versos de Neves e Scanlan, a letra de Haroldo Barbosa seria um versão da poesia original.
Interpretação inédita.

FRIO EM MINH'ALMA - Miguel Valladares - versão de Haroldo Barbosa
Ocorreu no período pós-segunda guerra a invasão de uma verdadeira onda de boleros no meio musical brasileiro. Entre nossos principais intérpretes do gênero estava Francisco Alves, que gravou Dos almas, Quizás, Frenesi, etc. Já Frio en el alma, sucesso também no período, ele cantaria apenas no rádio.
Interpretação inédita.

LA VIE EN ROSE - Louiguy - Edith Piaf - versão de Haroldo Barbosa
O segundo disco deste álbum dá uma boa idéia das preferências internacionais de Francisco Alves. Assim ao lado da música norte-americana, mexicana, italiana, a canção francesa está representada por um de seus maiores sucessos, a composição La vie en rose. Escrita em 1946 por Louiguy (melodia) e Edith Piaf (letra), a canção logo se tornaria conhecida no mundo inteiro, tendo hoje centenas de gravações. Seu co-autor Luiz Guglielmi, espanhol de nascimento adotaria o pseudônimo de Louiguy quando passou a viver na França.
Interpretação inédita.

VIOLINO CIGANO - Bixio - Cherubini - versão de Haroldo Barbosa
Outra peça do cancioneiro internacional é Violino cigano, que Chico interpreta acompanhado de muitos violinos, naturalmente. Nesta versão há duas diferenças do original italiano: ritmo de fox em vez de tango e a ausência do prólogo em modo menor.
Interpretação inédita.

WHITE CHRISTIMAS - Irving Berlin - versão de Haroldo Barbosa
Os recordes ostentados por White Christmas são um atestado de sua grande popularidade: até 1962, vinte anos após seu lançamento, a composição havia vendido 40.449.535 e 5.587.259 cópias - respectivamente de discos e partituras - e rendido em direitos ao seu autor a fortuna de mais de um milhão de dólares! Estatísticas à parte, pode-se afirmar que White Christmas é a mais bela canção do repertório natalino norte-americano.

SYMPHONY - Alex Alstone - Jack Lawrence - versão de Haroldo Barbosa
História curiosa a do fox-blue Symphony - originalmente C'est finis - que teria sido composta num campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial por André Tebet, Roger Bernstein e Alex Alstone. Editada nos Estados Unidos apenas com os nomes de Alstone e Jack Lawrence (autor da letra em inglês), Symphony logo entraria ho hit-parade, onde permaneceria por todo o ano de 1946. Curiosa também é a sua melodia, até certo ponto avançada para a época.

MENILMONTANT - Charles Trenet - versão de Haroldo Barbosa
Depois de homenagear Edith Piaf com La vie en rose, Chico Alves interpreta Menilmountant de Charles Trenet, outro monstro sagrado da música popular francesa. Lançada em 1938 quando começava a brilhar a estrela de Trenet, a composição fala de Minilmontant, bairro de Paris.

AGORA SEREMOS FELIZES - Rafael Hernandez- versão de Haroldo Barbosa
Diferindo da maioria dos boleros, Agora seremos felizes explora uma temática otimista. Talvez por isso mesmo, por não cantar amores sofridos, só chegou ao disco brasileiro muitos anos depois (1959) desta interpretação de Francisco Alves.

SENHORA FORTUNA - Fragna - Cherubini - versão de Haroldo Barbosa
Em seus últimos dez anos de atividade, o Rei da Voz gravou cerca de 40 versões de músicas mexicanas, argentinas e americanas e somente uma italiana - Estrada do bosque, sucesso de 1950. Nos programas de rádio, porém, cantava canções como Violino cigano, Senhora Fortuna e outras mais de origem italiana.

CHARMAINE - Erno Rapée - Lew Pollack - versão de Haroldo Barbosa
A dupla Rapée-Pollack fez grande sucesso em 1927 com as valsas Charmaine e Diane. Aliás, os americanos foram pródigos em valsas na década de 20, havendo uma delas, a célebre Ramona que, executada em demasia, acabou se tornando motivo de pilhéria no Brasil: "cuidado, com a Ramona, dá azar", diziam na época. O nível de Qualidade dessas valsas pode ser aqui apreciado em Charmaine, numa boa interpretação de Francisco Alves.

AY AY AY - Perez Freire - versão de Haroldo Barbosa
O chileno Osman Perez Freire viveu muitos anos na Argentina, onde compôs Ay ay ay em 1913. Sete anos depois a canção foi publicada em Paris com o título de Serenata criolla, tornando-se sucesso internacional. No Brasil teve sua primeira gravação em 1925 com Roberto Vilmar em disco da Casa Édison.

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