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Dalva de Oliveira
VIDA & OBRA

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05.05.2017 - Centenário de nascimento a cantora DALVA DE OLIVEIRA (Vicentina de Paula Oliveira) de 1917. O pai era saxofonista e clarinetista amador em Rio Claro (SP), e a menina acompanhava o conjunto do pai em serenatas e bailes. Com a morte do pai quando ela tinha apenas oito anos, foi para um orfanato e um pouco depois juntou-se à mãe em São Paulo, onde trabalhou como babá e arrumadeira de hotel e cozinheira. Arranjou um emprego de faxineira numa escola de dança, e lá costumava cantar e improvisar ao piano depois das aulas. Um professor a ouviu cantando e conseguiu que ela integrasse um grupo musical, com o qual viajou por algumas cidades do interior. O grupo acabou e, sem dinheiro, fez um teste para a Rádio Mineira, em Belo Horizonte. Foi aprovada e adotou o nome artístico que a consagraria. Mudou-se em seguida para o Rio de Janeiro e acabou arranjando uma vaga na Rádio Ipanema depois outras emissoras até parar na Philips. Na década de 30 formou o Trio de Ouro com Nilo Chagas e Herivelto Martins, com quem acabou casando. O grupo emplacou clássicos como "Praça Onze" (Herivelto e Grande Otelo) e "Ave Maria no morro" (Herivelto). Trabalhou nas principais rádios da então capital do país, cantou no famoso Cassino da Urca. Em fins de 1949, separou-se de Herivelto e em 1950, lançou três grandes sucessos: "Errei sim" (Ataulfo Alves), "Que será" (Marino Pinto e Mário Rossi) e "Tudo acabado" (J. Piedade e Oswaldo de Oliveira Martins). Fez sucesso ainda com "Segredo" (Herivelto e Marino Pinto), "Olhos verdes" (Vicente Paiva), "Ave Maria" (Vicente Paiva e Jayme Redondo), "A Bahia te espera" (Herivelto e Chianca de Garcia) e outras músicas. Em 1951 foi eleita Rainha do Rádio e excursionou pela Argentina e Europa. Outro grande sucesso foi a gravação do baião "Kalu" (Humberto Teixeira), acompanhada pela orquestra do maestro Roberto Inglez. Morou por um tempo em Buenos Aires, depois voltou ao Brasil nos anos 60 e continuou em atividade gravando sucessos como as marchas-rancho "Rancho da Praça Onze" (João Roberto Kelly e Chico Anysio), "Máscara negra" (Zé Keti e Pereira Matos) e "Bandeira branca" (M. Nunes e L. Alves), do Carnaval de 1970, seu derradeiro e imortal sucesso. Até o fim da vida se apresentou em casa noturnas e programas de televisão.

Dalva de Oliveira na TV Tupi, em uma de suas últimas apresentações, no início dos anos 70. Cantando "Aqui neste mesmo lugar", "Fim de comédia" e "Segredo".

Primeiros LP's 10 polegadas:

6

Mais...
- Resumo biográfico no ICCA
- Rose Esquenazi fala sobre Dalva de Oliveira no site da EBC
- Paulo Henrique de Lima e o mais completo blog sobre DALVA DE OLIVEIRA
- Ouça o Trio de Ouro com Dalva de Oliveira na fase 78 rpm 1937-1940 (1/4)
- Ouça o Trio de Ouro com Dalva de Oliveira na fase 78 rpm 1941-1943 (2/4)
- Ouça o Trio de Ouro com Dalva de Oliveira na fase 78 rpm 1944-1945 (3/4)
- Ouça o Trio de Ouro com Dalva de Oliveira na fase 78 rpm 1946-1949 (4/4)
- Filmografia, discografia, obra 78 rpms 100% restaurada no ACERVO COLLECTORS


FONTES:
Clique Music, ICCA, IMMB, IMS, Nirez
Nasceu em 05.05.1917 Rio Claro, SP
Faleceu em 31.08.1972 Rio de Janeiro, RJ


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